
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nessa quarta-feira (1) a prisão de Marcelo Conde por suspeita de compra e vazamento de dados sigilosos de autoridades.
A medida foi determinada na segunda fase da Operação Exfil, que investiga a venda dos dados. A Polícia Federal aponta o empresário como mandante de uma estrutura que teria acessado indevidamente dados de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.
De acordo com os investigadores da PF, Marcelo Conde teria fornecido listas de CPFs e realizado pagamento em espécie de R$ 4,5 mil para receber os dados. Marcelo, que está foragido, é filho do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Luiz Paulo Conde, que morreu em 2015.